Relacionamento sexual e gravidez


Pergunta de Francine Ozório: Gostaria de saber se há algum embaraço de âmbito espiritual, quando mantemos relações sexuais durante a gravidez.

Durante a gravidez, todas as emoções sentidas pelos pais, são transmitidas ao espírito reencarnante. Assim, todos os sentimentos de ordem boa e elevada, contribuem para melhorar as relações entre pais e filho, ajudando a criar um ambiente psíquico confortável para o bebê.

Por outro lado, as emoções ruins e de baixo teor vibratório, em muito dificultarão a vinda desse espírito, e, em alguns casos mais graves, poderão, até mesmo, provocar o aborto "espontâneo". Daí a necessidade de estarmos sempre dispensando amor e carinho para o bebê, ainda no ventre materno, e demonstrar-lhe, por pensamentos e palavras, que ele é bem-vindo e amado.

No caso das relações sexuais, se o sexo for vivenciado com todo o amor, como, aliás, ele sempre deveria ser, então não haverá inconveniente algum, e o espírito só terá a lucrar com esse ambiente de carinho então criado. Se não houver impedimentos de ordem física, como a necessária abstinência sexual no estágio mais avançado da gravidez, então não será o fato de se estar grávida que deverá impedir o ato sexual, que é uma forma de carinho e contato entre pessoas que se amam.

O espírito, mesmo no ventre materno, não é afastado, tendo em vista que este espírito também participa de seu estágio de evolução. Deus, nosso Pai, criou o sexo em nós para engrandecimento da criação, na carne e no espírito.

Além disso, o processo de reencarne estará ocupando toda a sua atenção, e ele praticamente não guardará memórias de ordem intelectual, mantendo mais as de ordem emocional.

Portanto, achamos imprescindível que o amor norteie o ato sexual, como recurso para manifestações elevadas.

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Autoria: 
Márcia R. Farbelow e Hugo Puertas de Araújo