“Ama a teu irmão como amas a ti mesmo.”
Instado Jesus a atender a sua mãe e irmãos, que chegavam em sua busca no local onde palestrava, respondeu o Mestre: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos? Minha mãe e meus irmãos são todos aqueles que me ouvem, e são filhos do meu Pai.”.
Ensinando-nos o Cristo que amássemos o próximo como amamos a nós mesmos, deu-nos, de fundo, mais um ensinamento: o de que amemos desapaixonadamente. Assim como não conseguiríamos amar com desenfreada paixão todos à nossa volta e cada um na multidão, também devemos amar a nós mesmos com medida: não sejamos o centro de nossas atenções; que não nos dominem nossos desejos e instintos; que não pensemos ao longo do dia – “eu primeiro”.
Todos experimentam problemas, que, enfim, são o que nos impelem na evolução. Não tenhamos como preocupação única o nosso próprio problema – isso seria caminho certo para o desequilíbrio.
Amando, auxiliando e convivendo em harmonia com o próximo, colocamo-nos em sintonia com a grande rede de trabalhadores no bem.
Preocupando-nos com o próximo, teremos sempre a imensidão dos irmãos a também se ocuparem de nós próprios.
Que a paz do Cristo Jesus seja sempre nossa Luz.