Tenha um bom dia!!!


"Bom dia, por que?": esta é uma frase cada vez mais frequente em nossas conversas diárias... O mau humor, o desânimo, o desespero, a revolta e tantas outras emoções negativas parecem estar cada vez mais presentes em nosso dia-a-dia. Ficamos, por qualquer motivo, irritadiços, revoltados, prontos para descontar nossa ira na primeira vítima que cruzar nosso caminho.

Quando agimos desta forma, esquecemo-nos que nosso mau humor afasta os amigos, cria inimizades e dá abertura para que espíritos, ainda ignorantes, passem a nos influenciar.

Nós, espíritas, temos uma responsabilidade muito grande, pois temos o conhecimento, sabemos como devemos agir em cada situação. Temos, ou deveríamos ter, a obrigação de estar sempre bem-humorados, levando alegria para todos os lugares onde passamos. Sabemos que não é uma tarefa muito fácil, principalmente morando em uma cidade como a nossa, onde a maioria das pessoas encontra-se prestes a explodir... É preciso estarmos muito atentos para não nos contagiarmos.

Todos esses sentimentos negativos são prejudiciais, não somente para nós mesmos, como também para aqueles que convivem conosco, diariamente. Quantas pessoas estão com problemas e precisam de um sorriso? Quantas necessitam ouvir um bom dia, receber um abraço carinhoso para poderem seguir adiante em sua difícil caminhada? Por que perdermos tantas oportunidades, se o nosso mau humor não irá nos ajudar na solução de nossos problemas?

Esforcemo-nos pois, para estarmos sempre felizes, aceitando os obstáculos do caminho com paciência, resignação, podendo, desta forma, auxiliar a todos que vêm ao nosso encontro.

Se ainda não nos acharmos prontos para isto, que possamos, ao menos, mostrar um semblante alegre, contagiando os que estão a nossa volta. Caso isto também nos seja muito difícil, procuremos, ao menos, não descontar nossos problemas nos outros. Agora... se nem ao menos desta atitude formos capazes, tranquemos-nos em um quarto e esperemos nossa irritação ir embora. Dessa forma, pelo menos não estaremos prejudicando ninguém.

Autoria: 
Alexandre Ferreira