Podemos aceitar a psicologia e a psiquiatria, sem abordarmos a teoria da reencarnação?


Muitas vezes, temos o costume de questionar se a psicologia e a psiquiatria, sem a teoria da reencarnação, merece nossa confiança.

O desejo de conhecer a mente do homem e o universo remonta a existência do próprio homem, desde o homem primitivo, confinado na caverna e limitado à caça para sobreviver, até o homem contemporâneo. Esse desejo é comum: desvendar os mistérios mais profundos da alma humana; Sócrates (469-399 a.C.), filósofo grego, mestre de Platão já dizia: Conhece-te a ti mesmo.

Se por um lado é verdade que o desejo de conhecer a alma humana é antigo, também é verdade que o homem ainda engatinha no que diz respeito ao conhecimento de sua psique. Freud, neurologista e psiquiatra austríaco, pai da psicanálise, formou-se em medicina em 1881 e fundou a sociedade psicanalítica em 1903. Portanto há menos de um século.

De tal sorte ainda temos muito que aprender no que diz respeito à alma humana. Alegar que só os terapeutas que abordam os problemas psicológicos com técnicas que remontam ao processo reencarnatório merecem nossa confiança, seria ignorar técnicas que durante décadas têm trazido enormes e felizes resultados, pois o ser humano é como se apresenta e os problemas se repetem de encarnação a encarnação.

Não importa como é abordado o problema, desde que seja por profissionais idôneos e que o paciente esteja disposto a olhar para dentro de si mesmo e criar coragem para mudar. O sucesso de qualquer terapia depende da seriedade do profissional e do comprometimento e disposição do paciente.

Autoria: 
Diana Ostam Romanini