Mensagem do Irmão Karl


Nos dias atuais é notória a utilização irrefreávél dos aparelhos celulares, presentes no cotidiano de incontáveis pessoas, em todo o mundo, facilitando o diálogo, as informações, as providências, as ações de todas as espécies. Contudo, quando encontram-se desligados, fora de área,..., acabam por impossibilitar o habitual contato entre as pessoas, comprometendo, prejudicando o fluir das suas vidas, pois, acostumadas as benesses que tais aparelhos lhes proporcionam, sentem-se como que perdidas, alienadas de todos, ansiosas para que os contatos se reestabeleçam e tudo volte a normalidade.

É notório que com o inexorável passar do tempo, mais e mais vamos nos sentindo cativos destes aparelhinhos fabulosos que, gradualmente, passam a nortear, a dirigir as nossas vidas de relação.

Fazendo uma analogia com o que acabamos de grafar, sentimo-nos impelidos a dizer que nossa glândula pineal - no dizer do espírito André Luiz - “a glândula da vida mental”, ou seja, nosso “celular espiritual” é que nos faculta receber as informações que “eles”, os espíritos, nos enviam e que para “eles” endereçamos.

Todavia, em grande parte das vezes, mantemos este nosso sensível celular espiritual desligado, fora de área, impossibilitando, assim, que os amigos do além conosco venham a se comunicar, direcionando-nos lições, alertas, conselhos, conhecimentos, bondade, sabedoria, auxiliando-nos em nossa jornada, tornando menos áspero o chão dos nossos caminhos.

Por estas razões, caro leitor, procure manter o seu celular espiritual ligado, pelo menos alguns minutos por dia, para que os amigos espirituais que acompanham os seus passos, não tenham dificuldade em contatá-lo e, por consequência, presenteá-lo com suas incomparáveis benesses.

Autoria: 
Da redação