O Amor ao Próximo


Jesus, com todo o seu amor, durante os três anos que esteve divulgando e pregando a sua Doutrina, mostrou-nos que deveríamos, acima de tudo, amar o próximo como amamos a nós mesmos, ou seja, como gostaríamos de ser amados. Não só falou, como exemplificou esta verdade, este princípio.

Parece tão simples este enunciado: amar o próximo como a si mesmo! Simples, mas ainda tão difícil de ser colocado em prática.

Quando nos recordamos dos exemplos do Mestre, deixados há mais de vinte séculos, nos emocionamos, choramos, mas logo após, como que num passe de mágica, como um castelo de areia, tais ensinamentos desaparecem, desmoronam.

Um sentimento de egoísmo invade o nosso espírito, dificultando as nossas ações, embotando o nosso pensamento, fazendo com que não consigamos enxergar, bem diante de nós, a oportunidade de amar, de servir, de dar.

Pensamos, pensamos muito. Mas sempre em nós: em nossos problemas, em nossas dificuldades, em nossas fraquezas e esquecemos o que o Mestre nos exemplificou! Benditos aqueles que conseguem vislumbrar a oportunidade de amar. A oportunidade de servir, de ajudar, de colaborar para a felicidade, para o entendimento e o despertar do próximo, ajudando-o a encontrar o caminho que o levará à luz, à libertação do espírito.

Feliz daquele que não mede esforços, que está sempre disposto a trabalhar. Não escolhe a melhor hora. Toda hora é hora, todo momento é momento. Feliz daquele que não se preocupa com a sua comodidade, mas sim, com a felicidade do próximo!

Feliz daquele que abre o coração e deixa o amor sair e ser distribuído, sem se importar se é ou não compreendido, se é ou não retribuído. Assim, o faz, única e exclusivamente, por amar, por compreender que só por amor a humanidade pode evoluir. Como fazemos parte da humanidade, esforcemo-nos para sermos um pequeno facho de luz, pleno de amor, para que a luz maior envolva a todos.

Autoria: 
Pai João - Mensagem recebida em 07/10/03, por Adriano de C. Filho