Palavras do Irmão Karl


O compromisso da maternidade se faz ainda no plano espiritual. Antes mesmo de reencarnar, as mães já aguardam, com expectativa, o momento de poderem gerar o corpo que irá abrigar o espírito, que o Amor e a Justiça de Deus colocará em suas mãos, para juntos poderem usufruir da bendita oportunidade de uma nova vida. Apesar de saberem das dificuldades que a criação de um filho poderá trazer, as mães tudo superam para oferecer, a este querido, condições para atingir sua meta, rumo a evolução. Irmão Karl sempre tem falado sobre o amor das mães para com seus filhos, dizendo que a maternidade proporciona ao espírito a chance de poder utilizar todo seu potencial de amor. Na tarde do dia 6 de novembro de 2002, aproveitando presença de mãe e filha, o querido amigo voltou a falar sobre a grandiosidade do amor maternal, cujo ensinamento serviu para todos os presentes, mães, pais e filhos. Iniciou dizendo que "o coração materno, acolchoado por um algodão aveludado, em seu interior, amortece os impactos provocados pela incompreensão dos filhos. O coração de mãe não guarda rancor e perdoa incondicionalmente, mesmo quando injustiçada, não havendo, portanto, limite para o perdão.

A mãe, por amor aos filhos, é capaz de tudo para poder ajudá-los. Diante de seus erros encontra sempre justificativas para amenizar a falta cometida". Ressaltou Irmão Karl, que "este amor não deve, entretanto, impedí-la de compreender que os filhos, chegarão a uma etapa de suas vidas em que terão de tomar suas próprias decisões, e que muitas vezes não serão aquelas que elas desejariam. Neste momento o amor de mãe deverá ser de compreensão e confiança, procurando entender que cada um tem seu livre arbítrio e que não se deve esperar deles mais do que podem oferecer e realizar." A mãe saberá plantar a semente do amor no coração de seus filhos, que germinará e se transformará em uma árvore frondosa que dará bons frutos. Este é o apontamento que deve estar sempre nos corações maternos.

Autoria: 
Adriano de Castro Filho