A Doutrina Espírita


Desde os primeiros anos de minha juventude, venho dedicando-me ao conhecimento do manancial de informações que só a Doutrina Espírita, através da expositura da lei da reencarnação, é capaz de nos proporcionar.

Face a tão acalentadores ensinamentos é que nos sentimos no dever de difundir essa inquestionável lei, tão necessária para aprimoramento da nossa, ainda, invigilante caminhada rumo à perfeição.

E prosseguindo nessa esteira de luz, cada vez mais radiante, é que nos propomos a nela transitar para promovermos nossa escalada evolutiva.

Face a isto, prezados amigos, é que aportam ao nosso Núcleo de Paz e Amor, inumeráveis irmãos, uns premidos pela dor, outros despertados pela vontade de algo mais saber, outros...

Assim, nessa busca incessante é que iremos nos identificar com o Pai Criador que, em tempos idos, nos enviou seu dileto filho, Jesus, com o propósito de nos fazer despertar para a vida maior, repleta de luzes.

Dele recebemos as mais primorosas lições, libertando-nos das amarras da ignorância, fazendo-nos compreender o verdadeiro sentido da vida.

Em sua caminhada de luzes, nos prometeu enviar, em época oportuna, o Espírito Consolador que viria em nosso socorro, reconduzindo-nos ao seu regaço.

Assim sendo, nasce na França, uma criança que recebe o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail (pseudônimo Allan Kardec). Esse menino faz seus primeiros estudos naquele país, sendo mais tarde encaminhado pelo seu pai a frequentar, na Suíça, um conceituado educandário, dirigido pelo célebre educador Johann Heinrich Pestalozzi, onde se diploma e inicia uma vida como professor. Tempos depois, interessa-se por fenômenos insólitos e chega a conclusão de que eram manifestações de espíritos, chamando sua atenção para o estudo de uma nova doutrina.

Estudando e analisando uma série de manifestações e orientado pelo espírito Verdade, é chamado a responsabilidade de trazer à luz um novo conceito doutrinário.

Surge então, a consoladora Doutrina dos Espíritos, uma nova escola de conhecimentos, baseados na imortalidade da alma, ilustrando o alvorecer de uma, até então desconhecida, realidade.

Autoria: 
Oscar Camanho